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domingo, 16 de agosto de 2015

A acerola

A acerola, também conhecida como cereja-das-Antilhas, cientificamente Malpighia emarginata ou Malpighia glabra, é uma fruta originária das Antilhas, América Central e América do sul.

Uma acerola pesa, em média, 20 – 40 gramas, mas não se deixe enganar por seu tamanho e peso, pois os benefícios que este pequeno fruto pode oferecer à saúde são incríveis.


A acerola esconde, em seus 40 gramas de massa suculenta, inúmeros nutrientes. Além de flavonoidesvitaminas A, B1 e B6 ela também apresenta minerais como fósforo, ferro, potássio, magnésio e cálcio.
Outro famoso componente da acerola é o carotenoide, substância responsável pela cor vermelha da fruta, e mais, considerada antioxidante, o que indica que 
auxilia na prevenção do envelhecimento precoce das células.
Mas seus componentes benéficos não param por aí. A acerola é a fruta que apresenta o maior teor de vitamina C.
Algumas variedades desta fruta alcançam até 5.000 ml de vitamina C por 100 g de polpa. Ainda dentro das estatísticas, a acerola possui 100 vezes mais vitamina C do que o limão, 20 vezes mais do que a goiaba e 10 vezes mais do que o caju ou a amora.
Em outras palavras, consumir 3 a 4 frutinhas destas pode suprir a necessidade diária de vitamina C de um adulto.

Vale ressaltar que quanto mais verde for a fruta, mais vitamina C oferecerá,logo uma fruta verde escura apresentará 90% mais de vitamina C e 50% menos de açúcares.

Conteúdo disposto no Site: Melhor com Saúde 

quarta-feira, 22 de julho de 2015

A Gravidez e os Dentes – “A Verdade por Trás dos Mitos”

Publicado por                                                                                                                                                      em Medicina Dentária

A saúde oral na grávida é ainda nos dias de hoje um tema polémico e cheio de mitos. A própria consulta de medicina dentária em mulheres grávidas é um tema que necessita de ser desmistificado.
Hoje em dia, está mais que provado que o nível de higiene oral da grávida, a presença de cáries ou de doença periodontal na mãe pode infectar o bebé através dos microrganismos presentes nestas doenças. Por este motivo devemos apostar sempre na prevenção! Torna-se urgente que uma mulher no período preconcepção faça um rastreio de saúde oral e uma consulta de higiene oral de forma a poder receber todas as instruções e cuidados de manutenção redobrados que deverá ter durante a gravidez.
No entanto, há muitos mitos que devem ser explicados!!!
Atenção, futuras mães:
  • A gravidez não enfraquece os dentes
  • A gravidez por si só não aumenta a incidência de cárie dentária
  • A gravidez não enfraquece os dentes porque o cálcio dos dentes da mãe vai todo para o bebé! O cálcio está presente nos dentes da mãe, de forma estável e numa estrutura cristalina, não sendo disponível para a circulação sistémica!
Dentista GravidaO único aspecto que de facto poderá ter mais tendência para acontecer durante a gravidez e que torna fundamental a questão da prevenção, é a maior probabilidade de aparecimento de gengivite. Durante a gravidez há um conjunto de alterações hormonais que pode levar a que a gengiva sangre mais facilmente, no entanto, se a grávida estiver devidamente informada e apostar na prevenção da gengivite utilizando todas as técnicas e instrumentos de higiene oral previamente explicadas pelo seu médico dentista consegue-se evitar um agravamento desta situação.
Nas situações em que facto não houve um rastreio oral preconcepção, ou no caso de por algum motivo haver necessidade de tratamento dentário durante a gravidez, é sempre preferível fazer os tratamentos do que os deixar por fazer ainda que seja necessário efectuar uma anestesia.
A anestesia oral em nada pode afectar a saúde do bebé. Uma infecção oral é mais prejudicial para o bebé do que o tratamento dentário.
A única preocupação que se deve ter é que as consultas sejam de curta duração, preferencialmente no período da manhã, sendo mais indicado o segundo trimestre da gestação.
Em caso de dor de dentes, nunca se deve auto-medicar  Deverá consultar o seu médico dentista para que lhe seja prescrita a medicação mais indicada ou efectuados os tratamentos dentários adequados para lhe solucionarem a situação dolorosa.

sábado, 18 de julho de 2015

Vitamina K

Vitamina K melhora na coagulação sanguínea e a saúde dos ossos

Este nutriente também pode contribuir para a saúde dos vasos sanguíneos

O brócolis é rico em vitamina K - Foto: Getty Images
O brócolis é rico em vitamina K
A vitamina K é lipossolúvel e se divide em k1, k2 e k3. A vitamina K1 é encontrada em alimentos de origem vegetal, a k2 é produzida pela nossa flora intestinal e a k3 é produzida em laboratório. Esta última versão é utilizada nos suplementos e é bem absorvida pelo organismo. 
A vitamina K é essencial para o organismo. Ela ajuda na coagulação sanguínea, contribui para a saúde dos ossos e pode ser utilizada em bebês prematuros. 
Algumas pesquisas apontam que a vitamina K também contribuiria para a saúde dos vasos sanguíneos. Afinal, a elasticidade e complacência dos vasos precisa estar correta para que eles consigam aceitar a pressão sanguínea sem se romper.
A vitamina K pode ser encontrada em diferentes alimentos. Boas fontes dela são o brócolis, couve-flor, o agrião, a rúcula, o repolho, o nabo, a alface, o espinafre e outros vegetais verdes. 
É preciso ingerir apenas 50 gramas destes vegetais para ter a quantidade diária recomendada de vitamina K. Os óleos vegetais, como o azeite, também contam com o nutriente. As oleaginosas, o abacate, o ovo e o fígado também possuem boas quantidades de vitamina K. 

Fontes consultadas:

Nutrólogo Roberto Navarro 
Nutricionista Marcela Sansone, especialista em nutrição Ortomolecular e Esportiva 

quinta-feira, 16 de julho de 2015

Risco de usar suplementos termogênicos inadequadamente

LOGO APÓS A INGESTÃO DE TERMOGÊNICOS OS INDIVÍDUOS NÃO HABITUADOS AO CONSUMO PODEM APRESENTAR AUMENTO DA FREQUÊNCIA CARDÍACA.

Os suplementos termogênicos aumentam a temperatura corporal facilitando assim a liberação de calorias e a mobilização de gordura corporal para o fornecimento de energia. As substâncias consideradas termogênicas são cafeína, efedrina, anfetamina, sinefrina, dinitrofenol, L-carnitina, entre outras.

Infelizmente, o comércio irregular desses produtos infringe os critérios de segurança sanitária, coloca em risco a saúde das pessoas e alimenta a prática da auto suplementação, que é muito comum, mas inadequada.

O uso de suplementos termogênicos, assim como o de qualquer outro, deve ser avaliado com muito critério por um profissional especializado, enfatizando que o objetivo é sempre complementar uma base estrutural de alimentação e exercício já existente. 

Fonte: 
            Portal de Paulinia